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	<title>História ENem 2022 &#8211; Questões Resolvidas</title>
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	<description>Exercícios Resolvidos ENEM, Vestibular e Concursos</description>
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		<title>Questões História ENEM 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[nerdprofessor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 19:45:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Questões ENEM 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Exercícios Questões ENEM História]]></category>
		<category><![CDATA[História ENem 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[ENEM 2022 &#8211; Ainda que a fome ocorrida na Itália em 536 tenha origem nos eventos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211; Ainda que a fome ocorrida na Itália em 536 tenha origem nos eventos climáticos, suas implicações são tanto políticas quanto econômicas. Nos primeiros séculos da Idade Média, o auxílio aos famintos se inscreve no domínio da gestão pública, mesmo quando a ação de seus agentes é apresentada sob o ângulo da piedade e da caridade individuais, como é o caso da Gália merovíngia. Assim, o fato de que as respostas à fome são mostradas, na Gália, como o fruto de iniciativas pessoais fundadas no imperativo da caridade deriva da natureza das fontes do século VI. SILVA, M.C.</div>
<div style="text-align: justify;">Os agentes públicos e a fome nos primeiros séculos da Idade Média. Varia Historia, n. 60, set-dez. 2016 (Adaptado).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Na conjuntura histórica destacada no texto, o dever de agir em face da situação de crise apresentada pertencia à jurisdição</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">a) da nobreza, proveniente da obrigação de proteção ao campesinato livre.</div>
<div style="text-align: justify;">b) da realeza, decorrente do conceito de governo subjacente à monarquia cristã.</div>
<div style="text-align: justify;">c) dos mosteiros, resultante do caráter fraternal afirmado nas regras monásticas.</div>
<div style="text-align: justify;">d) dos bispados, consequente da participação dos clérigos nos assuntos comunitários.</div>
<div style="text-align: justify;">e) das corporações, procedente do padrão assistencialista previsto nas normas estatutárias.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<p><b>RESPOSTA</b>:</p>
<div>
<div>Letra B.</div>
<div></div>
</div>
<div>No início da Idade Média, em particular no caso do Império Merovíngio, constituído em bases cristãs, a solução da crise de fome pertencia a jurisdição da realeza que mobilizava os demais agentes públicos, nobres ou bispos, para agirem diretamente junto aos necessitados.</div>
</div></div>
<h3></h3>
<h3 class="post-title entry-title">ENEM 2022</h3>
<div class="post-body entry-content">
<div>TEXTO I</div>
<div>Em março de 1889, quando apareceram as primeiras romarias atraídas pelos milagres da beata Maria de Araújo, Juazeiro inseriu-se no rol da fundação do espaço religioso. Construía-se mais um centro, como Aparecida do Norte, Canindé ou Lourdes. RAMOS, F. R. L. O meio do mundo: território sagrado em Juazeiro do Padre Cícero. Fortaleza: Imprensa Universitária, 2014.</div>
<div></div>
<div>TEXTO II</div>
<div>Não sabemos ao certo quantas pessoas estavam presentes na capela no momento em que a hóstia sangrou na boca de Maria de Araújo. O Padre Cícero nos conta que o fato surpreendeu não só aos presentes, mas o fenômeno continuou acontecendo todas as quartas e sextas na Capela de Nossa Senhora das Dores a partir daquele dia. Os paninhos manchados do sangue que escorria da hóstia e da boca da beata, a princípio ficaram sob a guarda do Padre Cícero, mas logo foram expostos à visitação pública e, além disso, o sangramento foi proclamado como milagre sem o conhecimento e sem a autorização do bispo diocesano.</div>
<div>NOBRE, E. Incêndios da alma. Rio de Janeiro. Multifoco. 2016 (Adaptado).</div>
<div></div>
<div>As práticas religiosas mencionadas nos textos estão associadas, respectivamente, à:</div>
<div>a) Delimitação de paisagens urbanas e abandono de componentes espiritualistas.</div>
<div>b) Demarcação de patrimônios afetivos e apropriação de elementos judaizantes.</div>
<div>c) Expansão de fronteiras regionais e subjetivação do cristianismo medieval.</div>
<div>d) Circunscrição de bens simbólicos e admissão de cerimônias ecumênicas.</div>
<div>e) Criação de lugares místicos e experiências do catolicismo popular</div>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra E.</div>
<div></div>
</div>
<div>A prática religiosa expressa no texto I indica a transformação de Juazeiro como um espaço para culto sagrado à figura de Padre Cícero e da beata, enquanto o texto II destaca a crença popular ligada a objetos portadores de características místicas condutoras das bênçãos e graças divinas.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211; Quando os espanhóis chegaram à América, estava em seu apogeu o império teocrático dos Incas, que estendia seu poder sobre o que hoje chamamos Peru, Bolívia e Equador, abarcava parte da Colômbia e do Chile e alcançava até o norte argentino e a selva brasileira; a confederação dos Astecas tinha conquistado um alto nível de eficiência no vale do México, e no Yucatán, na América Central, a esplêndida civilização dos Maias persistia nos povos herdeiros, organizados para o trabalho e para a guerra. Os Maias tinham sido grandes astrônomos, mediram o tempo e o espaço com assombrosa precisão, e tinham descoberto o valor do número zero antes de qualquer povo da história. No museu de Lima, podem ser vistos centenas de crânios que receberam placas de ouro e prata por parte dos cirurgiões Incas.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">GALEANO, E. As velas abertas da América Latina. Porto Alegre: L&amp;PM, 2012.</div>
<div style="text-align: justify;">As sociedades mencionadas deixaram como legado uma diversidade de</div>
<div style="text-align: justify;">
<div>a) bens religiosos inspirados na matriz cristã.</div>
<div>b) materiais bélicos pilhados em batalhas coloniais.</div>
<div>c) heranças culturais constituídas em saberes próprios.</div>
<div>d) costumes laborais moldados em estilos estrangeiros.</div>
<div>e) práticas medicinais alicerçadas no conhecimento científico.</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra C.</div>
<div></div>
<div>Embora o excerto discorra sobre as três civilizações pré-colombianas, destaca a permanência dos conhecimentos astronômicos e matemáticos dos povos herdeiros dos maias e o notável saber médico dos incas, capazes de realizarem cirurgias para colocação de próteses cranianas. Deve-se notar que esses domínios científicos já existiam antes do contato com os europeus.</div>
</div></div>
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</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211; Os caixeiros do comércio a retalho do Rio de Janeiro estiveram entre as primeiras categorias de trabalhadores a se organizar em associações e a exigir a intervenção dos poderes públicos na mediação de suas lutas por direitos. Na década de 1880, os caixeiros participaram da arena política e ganharam as ruas com vários outros, como os republicanos e os abolicionistas.</div>
<div style="text-align: justify;">POPINIGIS, F. “Todas as liberdades são irmãs: os caixeiros e as lutas dos trabalhadores por direitos entre o Império e a República. Estudos Históricos, n. 59, set-dez. 2018 (adaptado)</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">A atuação dos trabalhadores mencionados no texto representou, na capital do Império, um momento de</div>
<div style="text-align: justify;">a) manutenção das regras patronais.</div>
<div style="text-align: justify;">b) desprendimento das ideias liberais.</div>
<div style="text-align: justify;">c) fortalecimento dos contratos laborais.</div>
<div style="text-align: justify;">d) consolidação das estruturas sindicais.</div>
<div style="text-align: justify;">e) contestação dos princípios monárquicos.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra E.</div>
<div></div>
<div>Os chamados caixeiros do comércio foram uma das primeiras categorias de trabalhadores a se organizar em associações e a exigir a intervenção dos poderes públicos na mediação de suas lutas por direitos. Essa atuação demonstra um movimento de fortalecimento dessa categoria, porém se insere em um momento histórico (década de 1880) de contestação dos princípios monárquicos. A associação feita pelo texto entre os caixeiros, junto a outros atores políticos do período imperial, como é o caso dos abolicionistas e republicanos, reforça o teor da contestação em questão.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211; Decreto-Lei n. 1949, de 27/12/1937</div>
<div style="text-align: justify;">Art. 1.o Fica criado o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), diretamente subordinado ao presidente da República.</div>
<div style="text-align: justify;">Art. 2.o O DIP tem por fim:</div>
<div style="text-align: justify;">h) coordenar e incentivar as relações da imprensa com os poderes públicos no sentido de maior aproximação da mesma com os fatos que se ligam aos interesses nacionais;</div>
<div style="text-align: justify;">n) autorizar mensalmente a devolução dos depósitos efetuados pelas empresas jornalísticas para importação de papel para imprensa , uma vez demonstrada, a seu juízo, a eficiência e a utilidade pública dos jornais ou períodicos por elas administrados ou dirigidos.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">BRASIL apud CARONE, E. A Terceira República. (1937-1945). São Paulo: Difel, 1982. (Adaptado).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Com base nos trechos do decreto, as finalidades do órgão criado permitiram ao governo promover o (a)</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">a) diversificação da opinião pública.</div>
<div style="text-align: justify;">b) mercantilização da cultura popular.</div>
<div style="text-align: justify;">c) controle das organizações sindicais.</div>
<div style="text-align: justify;">d) cerceamento da liberdade de expressão.</div>
<div style="text-align: justify;">e) privatização dos meios de comunicação.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra D.</div>
<div></div>
<div>A criação do DIP – Departamento de Imprensa e Propaganda – em 1939 durante o Estado Novo, destinava-se a impor um controle ideológico, exercido via censura a meios de comunicação; nos artigos citados, a imprensa era o alvo. Alguns temas eram proibidos de circular, tais como quaisquer alusões ao regime brasileiro anterior, a União Nacional dos Estudantes, processos de presos, tudo que fosse assinado por Oswald de Andrade ou críticas a Franco, na Espanha. Chefiado por Lourival Fontes, tinha como objetivo estruturar uma política de construção ideológica e de exaltação da imagem de Getúlio Vargas.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211; Na construção da ferrovia Madeira-Mamoré, o que dizer dos doentes, eternos moribundos a vagar entre delírios febris, doses de quinino e corredores da morte? O Hospital da Candelária era santuário e túmulo, monumento a progresso científico e preâmbulo da escuridão. Foi ali, com suas instalações moderníssimas, que médicos e sanitaristas dirigiram seu combate aos males tropicais. As maiores vítimas, contudo, permaneceriam na sombra à margem do palco, cobaias sem consolo, credores sem nome de uma sociedade que não lhes concedera tempo algum para ser decifrada.</div>
<div style="text-align: justify;">FOOT HARDMAN, F. Trem fantasma: modernidade na selva. São Paulo: Cia. das Letras, 1988 (adaptado).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div>No texto, há uma crítica ao modo de ocupação do espaço amazônico pautada na</div>
<div>a) discrepância entre engenharia ambiental e equilíbrio da fauna.</div>
<div>b) incoerência entre maquinaria estrangeira e controle da floresta.</div>
<div>c) incompatibilidade entre investimento estatal e proteção aos nativos.</div>
<div>d) competição entre farmacologia internacional e produtos da fitoterapia.</div>
<div>e) contradição entre desenvolvimento nacional e respeito aos trabalhadores.</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra E.</div>
<div></div>
</div>
<div>A ocupação do espaço amazônico, na imagem da construção da ferrovia Madeira-Mamoré, é apresentada por meio de uma contradição. De um lado, os &#8220;doentes, eternos moribundos a vagar entre os delírios febris&#8221;, isto é, os trabalhadores – também apresentados como &#8220;as maiores vítimas&#8221; desse empreendimento. Do outro, a construção da própria ferrovia, representação do desenvolvimento nacional por meio da ampliação da infraestrutura de transporte e da integração territorial de regiões distantes do centro do poder político.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211; O número cada vez maior de mulheres letradas e interessadas pela literatura e pelas novelas, muitas divulgadas em capítulos, seções, classificadas comumente como folhetim, alçou a um gênero de ficção corrente já em 1840, fazendo parte do florescimento da literatura nacional brasileira, instigando a formação e a ampliação de um público leitor feminino, ávido por novidades, pelo apelo dos folhetins e “narrativas modernas” que encenavam “os dramas e os conflitos de uma mulher em processo de transformação patriarcal e provinciana que, progressivamente, começava a se abrir para modernizar seus costumes”. No Segundo Reinado, as mulheres foram se tornando público determinante na construção da literatura e da imprensa nacional. E não apenas público, porquanto crescerá o número de escritoras que colaboram para isso e emergirá uma imprensa feminina, editada, escrita e dirigida por e para mulheres.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">ABRANTES, A. Do álbum de família à vitrine impressa: trajetos de retratos (PB, 1920), Revista Temas em Educação, n. 24, 2015 (adaptado).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div>O registro das atividades descritas associa a inserção da figura feminina nos espaços de leitura e escrita do Segundo Reinado ao(à)</div>
<div>a) surgimento de novas práticas culturais.</div>
<div>b) contestação de antigos hábitos masculinos.</div>
<div>c) valorização de recentes publicações juvenis.</div>
<div>d) circulação de variados manuais pedagógicos.</div>
<div>e) aparecimento de diversas editoras comerciais.</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra A.</div>
<div></div>
</div>
<div>O excerto demonstra que, durante parte do Segundo Reinado, as mulheres passam a consumir mais a literatura.  Um dos motivos para essa prática é que as publicações encenavam os dramas e os conflitos da sociedade em que essas mulheres estavam inseridas, tais como abordagens que giravam em torno da sociedade patriarcal e a modernização que estava em curso. Chama a atenção que, além de consumirem essa literatura, as mulheres também começaram a produzir os próprios folhetins, sendo elas mesmas agentes da produção cultural e não apenas leitoras de obras produzidas por escritores homens.  Desse modo, o excerto revela que, durante o período em análise, presenciou-se o surgimento de novas práticas culturais, tal como indica a alternativa A.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">TEXTO I</div>
<div style="text-align: justify;">Manda o Santo Ofício da Inquisição que ninguém, seja qual for seu estado, idade ou condição, pare com carroça, caleça ou montaria nem atrapalhe com mesas ou cadeiras o centro das ruas, que vão da Inquisição a São Domingos, nem atravesse a procissão em ponto algum da ida ou da volta, amanhã, 19 do corrente, em que se celebrará auto de fé. E também que nem nesse dia nem nos dos açoites ouse alguém atirar nos réus maçãs, pedras, laranjas nem outra coisa qualquer.</div>
<div style="text-align: justify;">PALMA, R. Anais da Inquisição de Lima. São Paulo: Edusp; Giordano, 1992 (adaptado).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">TEXTO II</div>
<div style="text-align: justify;">Como acontece em todos os ritos, o sentido do auto da fé é conferido pela sequência dos atos que o compõem. Os lugares, as posturas, os gestos, as palavras são fixados previamente em toda a sua complexidade. Por isso, o auto da fé apresenta momentos fortes – durante a preparação, a encenação, o ato e a recepção – que convém seguir em seus pormenores.</div>
<div style="text-align: justify;">BETHENCOURT, F. História das Inquisições: Portugal, Espanha e Itália – séculos XV-XIX. São Paulo: Cia. das Letras, 2000.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O rito mencionado nos textos demonstra a capacidade da Igreja em</div>
<div style="text-align: justify;">a) abrandar cerimônias de punição.</div>
<div style="text-align: justify;">b) favorecer anseios de violência.</div>
<div style="text-align: justify;">c) criticar políticas de disciplina.</div>
<div style="text-align: justify;">d) produzir padrões de conduta.</div>
<div style="text-align: justify;">e) ordenar cultos de heresia.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra D.</div>
<div></div>
</div>
<div>O “auto de fé”, ritual de penitência pública organizado pela Igreja Católica, tinha, entre seus objetivos, a necessidade de afirmar a autoridade inquisitorial. Os dois textos demonstram a função pedagógica e normatizadora quando define comportamentos adequados exigidos da comunidade no conjunto da cerimônia.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;"> ENEM 2022 &#8211; O povo Kambeba é o povo da águas. Os mais velhos costumam contar que o povo nasceu de uma gota-d’água que caiu do céu em uma grande chuva. Nessa gota estavam duas gotículas: o homem e a mulher. “Por essa narrativa e cosmologia indígena de que nós somos o povo das águas é que o rio nos tem fundamental importância”, diz Márcia Wayna Kambeba, mestre em Geografia e escritora. Todos os dias, ela ia com o pai observar o rio. Ia em silêncio e, antes que tomasse para si a palavra, era interrompida. “Ouço o rio”, o pai dizia. Depois de cerca de duas horas a ouvir as águas do Solimões, ela mergulhava. “Confie no rio e aprenda com ele”. “Fui entender mais tarde, com meus estudos e vivências, que meu pai estava me apresentando à sabedoria milenar do rio”.</div>
<div style="text-align: justify;">Rios amazônicos influenciam no agro e em reservatórios do Sudeste.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Disponível em: www.uol.com.br. Acesso em: 14 out. 2021.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Pelo descrito no texto, o povo Kambeba tem o rio como um(a)</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">a) objeto tombado e museográfico.</div>
<div style="text-align: justify;">b) herança religiosa e sacralizada.</div>
<div style="text-align: justify;">c) cenário bucólico e paisagístico.</div>
<div style="text-align: justify;">d) riqueza individual e efêmera.</div>
<div style="text-align: justify;">e) patrimônio cultural e afetivo.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra E.</div>
<div></div>
</div>
<div>O excerto da questão aborda características da população originária Kambeba, evidenciando sua relação com as águas. Segundo o excerto, a relação com o rio faz parte da cultura desse povo e é transmitida entre as gerações, tornando-se um patrimônio de cultura imaterial e afetivo dessa população.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211; Para os Impérios Coloniais, o problema das doenças que atingiam os escravos era algo com que cotidianamente deparavam os senhores. Em vista disso, uma série de obras dedicadas à administração de escravos foi publicada com vista a implementar uma moderna gestão da mão de obra escravista em convergência com O Iluminismo. Nesse contexto, o saber médico adquiria um papel extremamente relevante. Este era encarado como um instrumento fundamental ao desenvolvimento colonial, dada a percepção do impacto que as doenças tropicais causavam na população branca e nos povos escravizados.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">ABREU, J. L. N. A Colônia enferma e a saúde dos povos: a medicina das “luzes” e as informações sobre as enfermidades da América portuguesa. História, Ciências, Saúde &#8211; Manguinhos, n. 3, jul.-set. 2007 (adaptado).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">De acordo com o texto, a importância da medicina se justifica no âmbito dos objetivos</div>
<div style="text-align: justify;">a) econômicos das elites.</div>
<div style="text-align: justify;">b) naturalistas dos viajantes.</div>
<div style="text-align: justify;">c) abolicionistas dos letrados.</div>
<div style="text-align: justify;">d) tradicionalistas dos nativos.</div>
<div style="text-align: justify;">e) emancipadores das metrópoles.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
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<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra A.</div>
<div></div>
</div>
<div>O texto destaca a progressiva racionalização da administração dos cativos a partir do século XVIII e o crescimento das ideias iluministas. De fato, os senhores entendiam a necessidade de utilizar todos os mecanismos disponíveis para maximizar a exploração e promover sua lucratividade. Daí, inclusive, a abertura de espaços de negociação com seus cativos, como a aceitação de dias de descanso, o pecúlio, ou mesmo a alforria. Tudo voltado a forma de cuidado com o cativeiro para perpetuar a dominação e exploração.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2022 &#8211; A história do Primeiro de Maio de 1890 — na França e na Europa, o primeiro de todos os Primeiros de Maio – é, sob vários aspectos, exemplar. Resultante de um ato político deliberado, essa manifestação ilustra o lado voluntário da construção de uma classe — a classe operária — à qual os socialistas tentam dar uma unidade política e cultural através daquela pedagogia da festa cujo princípio, eficácia e limites há muito tempo tinham sido experimentados pela Revolução Francesa.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">PERROT, M. Os excluídos da história: operários, mulheres e prisioneiros. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Com base no texto, a fixação dessa data comemorativa tinha por objetivo</div>
<div style="text-align: justify;">a) valorizar um sentimento burguês.</div>
<div style="text-align: justify;">b) afirmar uma identidade coletiva.</div>
<div style="text-align: justify;">c) edificar uma memória nacional.</div>
<div style="text-align: justify;">d) criar uma comunidade cívica.</div>
<div style="text-align: justify;">e) definir uma tradição popular.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra B.</div>
<div></div>
</div>
<div>A criação do primeiro Primeiro de Maio como Dia do Trabalhador está ligada a prevalência da liderança marxista no movimento operário no final do século XIX. Os líderes políticos dos movimentos, por intermédio da criação de uma data específica e dotada de um grande capital simbólico, buscavam legitimar uma identidade coletiva para homens e mulheres de vários países, todos eles submissos às duras condições de trabalho nas fábricas e manufaturas do final do século XIX em áreas da Europa e nos EUA.</div>
</div></div>
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