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	<title>Questões Histórias ENEM &#8211; Questões Resolvidas</title>
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	<description>Exercícios Resolvidos ENEM, Vestibular e Concursos</description>
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		<title>Questões História ENEM 2020</title>
		<link>https://questoes.nerdprofessor.com.br/questoes-historia-enem-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[nerdprofessor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 17:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Questões ENEM 2020]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios enem]]></category>
		<category><![CDATA[Questões ENEM 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Questões Histórias ENEM]]></category>
		<category><![CDATA[Simulado ENEM]]></category>
		<category><![CDATA[Simulado História ENEM]]></category>
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					<description><![CDATA[ENEM 2020 &#8211; Dois grandes eventos históricos tornaram possível um caso como o de Menocchio: a]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">ENEM 2020 &#8211; Dois grandes eventos históricos tornaram possível um caso como o de Menocchio: a invenção da imprensa e a Reforma. A imprensa lhe permitiu confrontar os livros com a tradição oral em que havia crescido e lhe forneceu as palavras para organizar o amontoado de ideias e fantasias que nele conviviam. A Reforma lhe deu audácia para comunicar o que pensava ao padre do vilarejo, conterrâneos, inquisidores — mesmo não tendo conseguido dizer tudo diante do papa, dos cardeais e dos príncipes, como queria.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">GINZBURG, C. O queijo e os vermes o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição São Paulo Cia das Letras. 2006</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Os acontecimentos históricos citados ajudaram esse indivíduo, no século XVI, a repensar a visão católica do mundo ao possibilitarem a</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">a) consulta pública das bibliotecas reais.</div>
<div style="text-align: justify;">b) sofisticação barroca do ritual litúrgico.</div>
<div style="text-align: justify;">c) aceitação popular da educação secular.</div>
<div style="text-align: justify;">d) interpretação autônoma dos textos bíblicos.</div>
<div style="text-align: justify;">e) correção doutrinária das heresias medievais.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra D.</div>
<div></div>
<div>A invenção da imprensa de Gutenberg facilitou a divulgação de novas ideias, críticas e novas interpretações da bíblia. Além disso, a tradução dela do latim para o alemão também foi um fator para abalar a igreja católica da época.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2020 &#8211; A arte pré-histórica africana foi incontestavelmente um veículo de mensagens pedagógicas e sociais. Os San, que constituem hoje o povo mais próximo da realidade das representações rupestres, afirmam que seus antepassados lhes explicaram sua visão do mundo a partir desse gigantesco livro de imagens que são as galerias. A educação dos povos que desconhecem a escrita está baseada sobretudo na imagem e no som, no audiovisual.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">KI-ZERBO, J A arte pré-histórica africana. In: KI-ZERBO, J. (Org) História geral da África, |: metodologia e pré-história da África. Brasília: Unesco, 2010.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">De acordo com o texto, a arte mencionada é importante para os povos que a cultivam por colaborar para o(a)</div>
<div style="text-align: justify;">a) transmissão dos saberes acumulados.</div>
<div style="text-align: justify;">b) expansão da propriedade individual.</div>
<div style="text-align: justify;">c) ruptura da disciplina hierárquica.</div>
<div style="text-align: justify;">d) surgimento dos laços familiares.</div>
<div style="text-align: justify;">e) rejeição de práticas exógenas.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra A.</div>
<div></div>
</div>
<div>Nas sociedades organizadas com base em tradições audiovisuais e orais, a transmissão dos saberes muitas vezes é feita por meio da produção de imagens que retratem esses saberes às gerações descendentes, como no trecho &#8220;A educação dos povos que desconhecem a escrita está baseada sobretudo na imagem e no som, no audiovisual&#8221;.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2020 &#8211; Sexto rei sumério (governante entre os séculos XVIll e XVIl a.C.) e nascido em Babel, “Khammu-rabi” (pronúncia em babilônio) foi fundador do Império Babilônico (correspondente ao atual Iraque), unificando amplamente o mundo mesopotâmico, unindo os semitas e os sumérios e levando a Babilônia ao máximo esplendor. O nome de Hamurabi permanece indissociavelmente ligado ao código jurídico tido como o mais remoto já descoberto: O Código de Hamurabi. O legislador babilônico consolidou a tradição jurídica, harmonizou os costumes e estendeu o direito e a lei a todos os súditos.</div>
<div style="text-align: justify;">Disponível em: www.direitoshumanos.usp.br Acesso em: 12 fev 2013 (adaptado)</div>
<div style="text-align: justify;">Nesse contexto de organização da vida social, as leis contidas no Código citado tinham o sentido de</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">a) assegurar garantias individuais aos cidadãos livres.</div>
<div style="text-align: justify;">b) tipificar regras referentes aos atos dignos de punição.</div>
<div style="text-align: justify;">c) conceder benefícios de indulto aos prisioneiros de guerra.</div>
<div style="text-align: justify;">d) promover distribuição de terras aos desempregados urbanos.</div>
<div style="text-align: justify;">e) conferir prerrogativas políticas aos descendentes de estrangeiros.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<p>&nbsp;</p>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra B.</div>
<div></div>
<div>O Código de Hamurabi estabeleceu o princípio da reciprocidade, no caso de o autor e a vítima pertencerem ao mesmo estamento. Esse princípio é semelhante à Lei de Talião romana e à norma bíblica do “olho por olho, dente por dente”. Seu objetivo central era garantir regras para a comunidade, controlando as relações sociais com duras punições aos transgressores.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2020 &#8211; Desde o mundo antigo e sua filosofia, que o trabalho tem sido compreendido como expressão de vida e degradação, criação e infelicidade, atividade vital e escravidão, felicidade social e servidão. Trabalho e fadiga. Na Modernidade, sob o comando do mundo da mercadoria e do dinheiro, a prevalência do negócio (negar o ócio) veio sepultar o império do repouso, da folga e da preguiça, criando uma ética positiva do trabalho.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">ANTUNES. R. O século XX e a era da degradação do trabalho, ln: SILVA. J. P (Org.). Por uma sociologia do século XX. São Paulo Annablume, 2007 (adaptado).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div>O processo de ressignificação do trabalho nas sociedades modernas teve início a partir do surgimento de uma nova mentalidade, influenciada pela</div>
<div></div>
<div>a) reforma higienista, que combateu o caráter excessivo e insalubre do trabalho fabril.</div>
<div>b) Reforma Protestante, que expressou a importância das atividades laborais no mundo secularizado.</div>
<div>c) força sindicalismo, que emergiu no esteio do anarquismo reivindicando direitos trabalhistas.</div>
<div>d) participação das mulheres em movimentos sociais, defendendo o direito ao trabalho.</div>
<div>e) visão do catolicismo, que, desde a Idade Média, defendia a dignidade do trabalho e do lucro.</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div><b>RESPOSTA:</b></div>
<div>Letra B.</div>
<div></div>
</div>
<div>Durante a reforma protestante criou-se a ideia de que “o trabalho dignifica o homem”, fazendo com que o homem aceitasse melhor sua condição de exploração dentro das relações de trabalho estabelecidas.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<div>ENEM 2020 &#8211; Nas últimas décadas, uma acentuada feminização no mundo do trabalho vem ocorrendo. Se a participação masculina pouco cresceu no período pós-1970, a intensificação da inserção das mulheres foi o traço marcante. Entretanto, essa presença feminina se dá mais no espaço dos empregos precários, onde a exploração, em grande medida, se encontra mais acentuada.</div>
<div></div>
<div>NOGUEIRA, C. M. As trabalhadoras do telemarketing: uma nova divisão sexual do trabalho? In: ANTUNES, R et al Infoproletários: degradação real do trabalho virtual: São Paulo: Boitempo, 2009</div>
<div></div>
<div>A transformação descrita no texto tem sido insuficiente para o estabelecimento de uma condição de igualdade de oportunidade em virtude da(s)</div>
<div></div>
<div>a) estagnação de direitos adquiridos e do anacronismo da legislação vigente.</div>
<div>b) manutenção do status quo gerencial e dos padrões de socialização familiar.</div>
<div>c) desestruturação da herança patriarcal e das mudanças do perfil ocupacional.</div>
<div>d) disputas na composição sindical e da presença na esfera político-partidária.</div>
<div>e) exigências de aperfeiçoamento profissional e de habilidades na competência diretiva.</div>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra B.</div>
<div></div>
<div>O período conhecido com &#8220;pós-1970&#8221; foi importantíssimo para que houvesse a a valorização e inserção do trabalho feminino na sociedade. Entretanto, esses espaços de trabalho, muito similar à atualidade, em sua maioria eram precarizados, ou seja, as mulheres trabalhavam, mas seus salários eram menores, com cargas horárias mais extensas, quando comparados aos homens.</div>
</div></div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<div>
<div>ENEM 2020 &#8211; O fenômeno histórico conhecido como “tráfico de coolies” esteve associado diretamente ao período que vai do final da década de 1840 até o ano de 1874, quando milhares de chineses foram encaminhados principalmente para Cuba e Peru e muitos abusos no recrutamento de mão de obra foram identificados. O tráfico de coolies ou, em outros termos, o transporte por meios coativos de mão de obra de um lugar para outro, foi comparado ao tráfico africano de escravos por muitos periodistas e analistas do século XIX.</div>
<div>SANTOS, M A Migrações e trabalho sob contrato no século XIX. História, n. 12, 2017. A comparação mencionada no texto foi possível em razão da seguinte característica:</div>
<div></div>
<div>a) Oferta de contrato formal.</div>
<div>b) Origem étnica dos grupos de trabalhadores.</div>
<div>c) Conhecimento das tarefas desenvolvidas.</div>
<div>d) Controle opressivo das vidas dos indivíduos.</div>
<div>e) Investimento requerido dos empregadores.</div>
</div>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra D.</div>
<div></div>
</div>
<div>Quando o texto usa a expressão &#8220;meios coativos&#8221;, significa que foi usada a violência e opressão no comando da vida desses, assim como era na escravidão brasileira, logo podendo fazer uma certa comparação.</div>
</div></div>
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</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2020 &#8211; A reabilitação da biografia histórica integrou as aquisições da história social e cultural, oferecendo aos diferentes atores históricos uma importância diferenciada, distinta, individual. Mas não se tratava mais de fazer, simplesmente, a história dos grandes nomes, em formato hagiográfico — quase uma vida de santo —, sem problemas, nem máculas. Mas de examinar os atores (ou o ator) célebres ou não, como testemunhas, como reflexos, como reveladores de uma época.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">DEL PRIORE. M Biografia quando o individuo encontra a história Topoi,n 19. jul -dez 2000.</div>
<div style="text-align: justify;">De acordo com o texto, novos estudos têm valorizado a história do indivíduo por se constituir como possibilidade de</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">a) adesão ao método positivista.</div>
<div style="text-align: justify;">b) expressão do papel das elites.</div>
<div style="text-align: justify;">c) resgate das narrativas heroicas.</div>
<div style="text-align: justify;">d) acesso ao cotidiano das comunidades.</div>
<div style="text-align: justify;">e) interpretação das manifestações do divino.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"><div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra D.</div>
<div></div>
</div>
<div>Atualmente a historiografia tem se voltado às análises mais amplas que possam convergir a história do indivíduo com as narrativas locais e comunitárias.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2020 &#8211; Com efeito, até a destruição de Cartago, o povo e o Senado romano governavam a República em harmonia e sem paixão, e não havia entre os cidadãos luta por glória ou dominação; o medo do inimigo mantinha a cidade no cumprimento do dever. Mas, assim que o medo desapareceu dos espíritos, introduziram-se os males pelos quais a prosperidade tem predileção, isto é, a libertinagem e o orgulho.</div>
<div style="text-align: justify;">SALUSTIO A conjuração de Catilina/A guerra de Jugurta. Petrópolis: Vozes. 1990 (adaptado).</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O acontecimento histórico mencionado no texto de Salústio, datado de I a.C., manteve correspondência com o processo de</div>
<div style="text-align: justify;">a) demarcação de terras públicas.</div>
<div style="text-align: justify;">b) imposição da escravidão por dívidas.</div>
<div style="text-align: justify;">c) restrição da cidadania por parentesco.</div>
<div style="text-align: justify;">d) restauração de instituições ancestrais.</div>
<div style="text-align: justify;">e) expansão das fronteiras extrapeninsulares.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">
<div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<p>&nbsp;</p>
<div><b>RESPOSTA</b>:</div>
<div>Letra E.</div>
<div></div>
<div>A expansão romana no Mediterrâneo, sobretudo após a vitória contra Cartago nas Guerras Púnicas (264-146 a.C.), alterou profundamente a estrutura econômica e social de Roma, agravando os conflitos internos e gerando a crise da República, com o consequente advento do Império.</div>
</div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">ENEM 2020 &#8211; Porque todos confessamos não se poder viver sem alguns escravos, que busquem a lenha e a água, e façam cada dia o pão que se come, e outros serviços que não são possíveis poderem-se fazer pelos Irmãos Jesuítas, máxime sendo tão poucos, que seria necessário deixar as confissões e tudo mais. Parece-me que a Companhia de Jesus deve ter e adquirir escravos, justamente, por meios que as Constituições permitem, quando puder para nossos colégios e casas de meninos.</div>
<div style="text-align: justify;">LEITE. S. História da Companhia de Jesus no Brasil. Rio de Janeiro Civilização Brasileira. 1938 (adaptado)</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O texto explicita premissas da expansão ultramarina portuguesa ao buscar justificar a</div>
<div style="text-align: justify;">a) propagação do ideário cristão.</div>
<div style="text-align: justify;">b) valorização do trabalho braçal.</div>
<div style="text-align: justify;">c) adoção do cativeiro na Colônia.</div>
<div style="text-align: justify;">d) adesão ao ascetismo contemplativo.</div>
<div style="text-align: justify;">e) alfabetização dos indígenas nas Missões.</div>
<p style="text-align: justify;"><div class="su-spoiler su-spoiler-style-default su-spoiler-icon-plus su-spoiler-closed" data-scroll-offset="0" data-anchor-in-url="no"><div class="su-spoiler-title" tabindex="0" role="button"><span class="su-spoiler-icon"></span>VER RESPOSTA</div><div class="su-spoiler-content su-u-clearfix su-u-trim">
<p style="text-align: justify;"><b>RESPOSTA</b>:</p>
<div style="text-align: justify;">
<div>Letra C.</div>
<div></div>
</div>
<div style="text-align: justify;">No texto, é possível notar a argumentação empregada com o objetivo de justificar a escravidão no Brasil &#8221; Porque todos confessamos não se poder viver sem alguns escravos, que busquem a lenha e a água, e façam cada dia o pão que se come, e outros serviços que não são possíveis poderem-se fazer pelos Irmãos Jesuítas&#8221;.</div>
<p style="text-align: justify;"></div></div>
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